terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

CERVEJA UM ÓTIMO NEGÓCIO



Em se tratando de Brasil, as oportunidades de negócios no segmento de cervejas são muitas.Todos sabem que a cerveja é uma das bebidas preferidas do brasileiro e com um público consumidor do tamanho do nosso,  surgem diversas oportunidades para os empreendedores.
Apesar da produção brasileira de cervejas ainda ser controlada por grandes empresas, existem diversas oportunidades para os pequenos e médios empreendedores.
Existem inúmeras oportunidades de negócios no segmento de cervejas vão desde franquias de quiosque de cervejas em grandes shopping até os pequenos negócios podem faturar com a venda de rótulos nacionais e importados em restaurantes e até pela internet.
Com a chegada do verão logo ali na esquina, talvez seja a hora certa de você conhecer um pouco mais sobre o segmento e encontrar uma boa oportunidade de negócio.

CluBeer

CluBeer é um negócio especializado em vendas de cerveja especiais por assinatura. O cliente recebe em casa kits com dicas de harmonização e os rótulos que escolher. Fundado pelas beer sommelier Kathia Zanatta e Cristiana Bratt, no final de 2011, o negócio exigiu um investimento inicial de 200 mil reais.
São quatro kits oferecidos e o preço varia de acordo com a duração da assinatura e a variedade de cervejas especiais. Há opções somente com rótulos nacionais e outras com rótulos internacionais, por exemplo. Cristina explica que existem três grupos de clientes, “os apaixonados por cerveja, os curiosos por cervejas e os presenteadores”.
A expectativa é de fechar o primeiro ano do negócio com faturamento superior a 2 milhões de reais, mais de 5 mil associados e 50 mil kits entregues. Para interessados em investir no mercado, Cristina afirma que é importante ter parcerias sólidas que lhe garantam vantagens competitivas. “Foque na prestação de serviços de excelência e não somente no produto e, por fim, divirta-se”, diz.

Disque Gelada

Criado há nove meses, por Adriano Lima, Denise Galvão e Felipe Cabral, o Disque Gelada é um delivery de bebidas localizado na capital paulista. O cliente pode pedir por meio do internet, das redes sociais e do telefone produtos como cerveja, carvão e baralho. O detalhe é que os pedidos são entregues por funcionários fantasiados de heróis, os Breja Boys ou Breja Girl.
Hoje, o negócio conta com cinco motoboys que entregam em boa parte da capital paulista, de quarta a domingo. O serviço é oferecido até às 4 horas da madrugada durante as sextas-feiras e sábados. A cerveja representa a maior fatia do faturamento do Disque Gelada. “Atendemos desde o churrasqueiro de plantão ao cara que assiste jogo sozinho”, conta Lima.
O investimento inicial do negócio foi de 25 mil reais e são entregues aproximadamente 190 pedidos por semana. Lima explica que é preciso pensar bem antes de entrar no mercado de delivery noturno. “Não pode ficar atraído pelo baixo investimento. É preciso persistência e dinheiro para manter o negócio”, opina.

Empório Alto dos Pinheiros

Empório Alto de Pinheiros conta com quase 500 rótulos de cervejas nacionais e internacionais e investiu recentemente em uma reforma para servir 28 tipos de chopes diferentes. “A gente abriu sem estar 100% no conceito do que a gente tem hoje. Mas, trabalhando melhor na área de cervejas especiais, vimos o negócio crescer”, explica Roberta Teixeira da Costa, sócia-fundadora.
O investimento inicial foi de aproximadamente 1 milhão de reais e o faturamento médio mensal é de 500 mil reais. Para quem pensa em abrir um negócio porque gosta da bebida, ela explica que é importante gostar também de trabalhar. “Tem que procurar por cervejas novas, tem que ter disponibilidade e não pode pensar que o retorno vem a curto prazo”, conta Roberta.
Sobre o perfil do cliente, a empresária explica que é bem variado. “De jovens a senhores de 80 anos, eles querem tomar uma boa bebida em um ambiente agradável”, explica Roberta.

Microcervejaria Bamberg

A microcervejaria Bamberg foi fundada em 2005 e já foi eleita como a melhor da América do Sul, no Great South Beer Cup. Alexandre Bazzo e seus irmãos Thiago e Lucas passaram um ano planejando o negócio e o investimento inicial foi de 2 milhões de reais. “As principais dificuldades do começo foram achar equipamentos bons e confiáveis com um custo acessível para começar e lidar com burocracia dos órgãos que nos fiscalizam”, explica Bazzo.
Ele diz que o capital investido ainda não foi recuperado, pois o investimento continua, e o retorno ainda deve levar 5 anos. A média de faturamento mensal é de 200 mil reais. A expectativa de Bazzo é que a Bamberg feche 2012 com um crescimento de 40%, atingindo uma média mensal de 50 mil litros.

Mr. Beer

Criada em julho de 2008, o primeiro quiosque do Mr. Beer foi aberto no ano seguinte no Shopping Ibirapuera. Rodolfo Alves e Fabiano Wohlers são os fundadores do negócio especializado na venda de cervejas especiais. Atualmente, são comercializados mais de 200 rótulos de cervejas artesanais e importadas.
O investimento inicial para quem quer abrir uma franquia do quiosque é a partir de 110 mil reais. Os quiosques da rede são colocados em pontos convenientes, como shoppings, e exigem 6 metros quadrados. Outra opção é a dos espaços gourmets, em que não precisa de uma área mínima. Cada quiosque fatura 50 mil reais no mês e, no caso dos espaços gourmets, o valor é de aproximadamente 90 mil reais.
O perfil do cliente desse mercado é da classe A e B e a marca foca também na venda de presentes e acessórios para apreciadores de cerveja.
Para interessados em investir na produção de cervejas artesanais, ele afirma que além de ser apaixonado pelo mundo da cerveja, é preciso estudar muito. “Lembre-se de que você não é uma mega cervejaria, seu orçamento é sempre apertado e você tem que vender qualidade e não o mais barato”, ensina.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Um pouco mais de História





 A cerveja provavelmente surgiu quando algum de nossos antigos

ancestrais decidiu experimentar frutos e grãos fermentados. Embora

ninguém saiba ao certo como é que essa “degustação” acabou

evoluindo para a produção de bebidas alcóolicas, acredita-se que

essa evolução possa ter ocorrido há 10 mil anos;


 Evidências circunstanciais sugerem que os nossos ancestrais

começaram a cultivar e a armazenar grãos para a produção de cerveja

antes de mesmo de cultivá-los para fazer pão. Exemplos disso são

ferramentas — que potencialmente podem ter sido utilizadas nas

“cervejarias” pré-históricas — encontradas por arqueólogos na região

do mediterrâneo;


 Além das descobertas na Europa, existem evidências encontradas no

México que indicam que a planta que eventualmente deu origem ao

milho era muito mais propícia para a produção de cerveja do que para

a fabricação da farinha utilizada para fazer as famosas tortillas ou o

pão. Aliás, os mexicanos levaram gerações inteiras para “domesticar”

essas plantas e conseguir que elas produzissem o milho, que hoje é a

base da dieta local;


 Outras descobertas sugerem que na Pérsia e na Europa era costume

que durante as tomadas de decisões importantes as bebidas

alcóolicas fossem consumidas durante as deliberações, que depois

eram checadas quando os participantes da “festinha” voltavam a ficar

sóbrios.


FONTE(S)

 The New York Times

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Como a cerveja influenciou a evolução da civilização?
 seres humanos são criaturas sociáveis. No entanto, lá nos primórdios da civilização humana, os agrupamentos e clãs eram muito mais restritos e fechados, provavelmente devido a um forte instinto de preservação. E talvez tenha sido esse instinto o que permitiu que a nossa espécie “vingasse” no decorrer da História, mas o que é que levou os nossos ancestrais a se soltarem mais e a criar laços sociais com outros agrupamentos humanos?

E mais: com tantos códigos de conduta rigidamente estabelecidos entre os membros dos clãs, o que é que provocou a mudança comportamental que fez surgir as primeiras expressões artísticas, invenções, experimentações etc.? Um interessante artigo publicado pelo The New York Times argumenta que a cerveja — bem como outras bebidas alcoólicas fermentadas — possa ter exercido uma importante influência nessa “liberação” criativa e social.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

A TEMPERATURA CERTA


O Famoso cervejólogo Michael Jackson propõe uma escala de 5 níveis de temperatura para servir uma cerveja. A escala apresentada abaixo é uma variação dela, adaptada ao clima e gosto do brasileiro:
1.       Muito gelada (de 0 a 4°C): Pale Lagers, cervejas sem álcool e qualquer cerveja que tenha o objetivo de refrescar e não muito a de ser degustada, provavelmente pela qualidade duvidosa.

2.       Bem gelada (de 5 a 7°C): cervejas de trigo claras, Lambics de fruta e Gueuzes.

3.       Gelada (de 8 a 12°C): para Lagers Escuras, Pale Ale, Amber Ale, cervejas de trigo escuras, Porter, Helles, Vienna, Tripel e Bock tradicionoal.

4.       Temperatura de adega (de 13 a 15°C): para as Ale quadrupel, Strong Ales Escuras, as Stout e a maioria das cervejas especiais Belgas, incluindo as Trapistas. As Bocks mais fortes como a Eisbock e a Doppelbock.
Você deve notar que as cervejas mais claras e suaves normalmente são servidas mais geladas, enquanto as mais escuras e mais fortes devem ser servidas a temperaturas maiores.